Bienal do Livro de Curitiba motiva curitibanos e mercado livreiro

A realização da 1ª Bienal do Livro de Curitiba promete movimentar a cidade neste segundo semestre, de 27 de agosto a 4 de setembro. O evento está despertando sentimentos diferentes nos aficcionados por literatura. Um mix de curiosidade, expectativa e dúvida. Este tipo de comportamento é o que realmente pretende o dramaturgo, escritor e filósofo, Alcione Araújo, curador da Bienal, que prometeu inovar ao implantar um modelo inédito em Curitiba. O evento é promovido pela Agência Esfera.

 


Enquanto ele elabora o projeto, uma equipe trabalha para divulgar o evento e envolver a comunidade literária, editoras, escolas, entidades educacionais e culturais e o público da capital paranaense a participar da Bienal de Curitiba. Muita gente já confirmou presença e alguns expositores falam um pouco deste período que antecede o evento, expectativas e como a cidade precisava de uma Bienal do Livro:

 

* "Estava na hora de Curitiba ter uma Bienal. É muito importante para a cidade. Já participamos em São Paulo e Rio de Janeiro e hoje há eventos em Belém, Brasília e Palmas. Estava faltando a capital do Paraná. É uma maneira de divulgar os livreiros e de interagir com os outros países que vêm para a cidade.  Esse tipo de evento é fundamental em uma capital."
(Hana Neme, diretor Sr. diretor operacional da Barsa Planeta)

 

"Há muito tempo estava faltando uma Bienal em Curitiba. Acaba também virando uma atração turística. A expectativa é a melhor possível, principalmente porque estamos trazendo alguns nomes bacanas pra cá. Vale lembrar também que vamos pegar um público do sul inteiro."
(Luiz Alberto Moura, diretor de marketing da Fnac)

 

“Pretendemos colaborar para que seja um evento duradouro e que tenha várias outras edições. Com a importância no âmbito nacional que Curitiba tem, a cidade merecia há tempos um evento desses."
(Antônio Carlos Tomás, gerente da Editora Saraiva).

 

"Eu acredito no sucesso completo da Bienal. Fatores culturais são muito fortes na cidade. Curitiba estava marginalizada nesse tipo de evento."
(Wilson Czerski, diretor da Associação dos Divulgadores do Espiritismo do Paraná)

 

"Somos a menor e a mais nova editora dentro da Bienal, é tudo novo. Esperamos que o evento cresça juntamente com a editora."
(Geraldo Peçanha de Almeida, editor da Proinfanti Editora)

 

"É a primeira vez que participamos de um evento deste porte e sabemos que as mostras de São Paulo e Rio de Janeiro são muito boas. É uma boa oportunidade para divulgar os livros e para a cidade. Esperamos entrar com o pé direito."
(Madalena Pimentel, gerente da Casa Publicadora das Assembléias)

 

 "Vamos aproveitar para divulgar nossos livros. O sul do país tem o hábito mais forte da leitura e uma cidade como Curitiba precisava aliar este traço cultural ao potencial da cidade em sediar um evento deste porte”.
(Janaína Collar, chefe do departamento de comunicação da Fundação Alexandre de Gusmão).

 

 “Essa iniciativa de estimular a leitura vem ao encontro de um dos nossos grandes projetos que é a Biblioteca Cidadã. A Bienal do Livro é mais uma oportunidade que se abre para que o público possa estreitar ainda mais sua relação com os grandes autores da literatura mundial e brasileira.”

(Vera Maria Haj Mussi Augusto, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná)

 

 


 

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